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Principais indicadores econômicos e tributários para acompanhar

Entenda a importância para o seu planejamento e conheça os mais importantes

O correto planejamento logístico demanda entendimento de diversos fatores. Entre eles está, claro, a questão econômica. Mais do que identificar a saúde financeira de sua empresa e dos processos logísticos, conhecer bem os seus indicadores faz toda a diferença na hora de tomar as decisões certas. Como o nome sugere, os indicadores econômicos são estatísticas usadas para obter uma imagem mais clara do estado atual da economia. Três dos exemplos mais importantes são a taxa de inflação, o produto interno bruto (PIB) e a porcentagem da população que está desempregada. Porém, existem outros que são tão importantes quanto para compreender melhor as ações que precisa tomar dentro do seu planejamento logístico.

Os indicadores econômicos e sua interpretação, são importantes para indicar como está o desempenho econômico e fazer previsões dos desempenhos futuros. Essas análises, por sua vez, permitirão que tanto os consumidores quanto os empresários cheguem às conclusões abalizadas sobre seus planos financeiros futuros, incluindo também o processo logístico. Daí a importância, de igual valor, em conhecer bem outros indicadores, como os tributários.


Indicadores e sua influência no processo logístico

Os indicadores econômicos e tributários são usados para prever tendências futuras em muitos setores e influenciam diretamente como e quando as empresas e os consumidores gastam dinheiro. Com o setor de logística não é diferente. As informações sobre a economia podem ajudar a prever aumentos ou diminuições na fabricação, o que influencia o número de cargas de caminhões de produtos sendo movimentados. A saúde da economia mundial influencia as importações e exportações no Brasil e, por sua vez, afeta os materiais transportados para o exterior. Essas informações podem ser vitais para o sucesso futuro dos negócios de logística.

 

Indicadores econômicos e tributários podem, dessa maneira, ajudar a prever mudanças que afetam a produção industrial e o setor de serviços com um alto grau de certeza. Especialistas em logística utilizam essas informações valiosas e trabalham para tomar as melhores decisões envolvendo o supply chain de uma empresa com base também em seu setor atuação. Com isso, os responsáveis ficarão de olho nas previsões dos analistas em todos os lançamentos de dados importantes para moldar suas estratégias.


Principais indicadores

Conhecer bem os dados econômicos mais importantes é fundamental para um correto planejamento logístico. Conheça os principais indicadores e porque é preciso entender e acompanhar esses números.

 

  • PIB

O Produto Interno Bruto é um dos mais conhecidos indicadores e pode ser considerado o principal em termos macro.  Trata-se da soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade, comumente analisado no período de um ano.

 

O cálculo do PIB permite o entendimento do crescimento ou encolhimento de uma economia. No setor privado, o PIB é uma medida-chave usada por uma variedade de profissionais, que utilizam os dados para realizar um planejamento estratégico de longo prazo.

 

– Balança Comercial

Um dos mais importantes índices para planejamento logístico, a Balança Comercial é o diferencial resultante entre os valores das exportações e das importações do Brasil calculadas por um determinado período de tempo. Assim, é considerado o principal indicador econômico das atividades de comércio internacional de um país, servindo como importante parâmetro para avaliar o crescimento econômico.

 

O impacto no setor logístico é profundo, pois, quando o valor total das exportações é inferior ao das importações, a balança comercial é negativa e gera um déficit. Isso significa que o país está gastando mais do que ganha na arena global, o que traz impactos importantes em todo planejamento.

 

– INPC

Realizado pelo IBGE, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor tem por objetivo a correção do poder de compra dos salários. Isso é feito por meio da mensuração das variações de preços da cesta de consumo da população assalariada com mais baixo rendimento.

 

Pelo INPC é possível, portanto, entender se há um período de inflação ou deflação. Isso ajuda na tomada de decisões estratégicas para preservar economias de caixa e outros investimentos, como aumentar suas reservas de caixa líquido se os preços estiverem caindo, por exemplo.

 

– Selic

É a taxa básica de juros da economia e o mais importante instrumento de política monetária utilizado pelo Banco Central (BC) no controle de inflação. A Selic, assim, afeta todas as demais taxas de juros do Brasil, especialmente as de empréstimos e financiamentos, assim como demais aplicações financeiras.

 

Considerada a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic influencia os valores praticados pelos bancos no rotativo do cartão de crédito, empréstimos, financiamentos, cheque especial, entre outros. Portanto, possui influência direta também no planejamento logístico.

 

– Taxa Referencial

A TR tem ligação direta com a própria Selic. Trata-se de uma taxa de juros que, como o próprio nome indica, é utilizada como referência e é feita a partir da Taxa Básica Financeira, que apresenta os juros praticados pelos bancos. O intuito é determinar o rendimento da poupança, FGTS e financiamentos imobiliários.

 

Sendo assim, a TR é muito utilizada para calcular os rendimentos da caderneta de poupança e do FGTS, por exemplo, ajudando a determinar a saúde de investimentos e dos gastos internos de uma empresa.

 

– IGP-M

Calculado pela Fundação Getúlio Vargas, o Índice Geral de Preços – Mercado serve para avaliar o movimento dos preços do mercado nacional. O IGP-M é divulgado mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Economia da FGV e pode ser conferido no site da Fundação.

 

Por ser um índice de medição de preços que vai desde bens industriais e matérias-primas até produtos ligados ao consumidor final, o IGP-M é hoje um dos principais indicadores de inflação do país e de suma importância para avaliação em qualquer planejamento.

 

– IPCA

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo mede a inflação de um conjunto de produtos e serviços comercializados no varejo e tem como unidade de coleta estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, concessionária de serviços públicos e internet.

 

Um dos mais tradicionais indicadores do Brasil, presente desde a década de 1970, o IPCA é referência para o sistema de metas de inflação. Assim as variações deste índice podem afetar diretamente os investimentos de uma empresa, impactando também o planejamento logístico.

Legislação, câmbio e impacto nos negócios

O entendimento correto dos índices é fundamental para manter um planejamento saudável. Isso também passa por entender minuciosamente outras questões, como as legislações vigentes. Para receber ou enviar mercadorias, quase todos os países exigem documentação adequada e têm certos regulamentos que devem ser cumpridos para garantir a segurança, qualidade e conformidade.

 

Esses requisitos geralmente variam de país para país. No Brasil, algumas taxas e impostos incidem diretamente também nos indicadores econômicos e tributários. Por isso, é necessário entender como atuam para incluir valores e descontos provenientes desses pagamentos. Os principais são:

 

Tarifa Externa Comum (TEC): por meio da TEC são verificados os impostos específicos aos quais os produtos importados estão sujeitos.  

 

Imposto de Importação (II): incide sobre a importação de mercadorias estrangeiras e sobre a bagagem de viajantes procedente do exterior. No caso de mercadoria estrangeira, a sua base de cálculo é o valor aduaneiro e a alíquota é indicada na TEC.

 

Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS): imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual, intermunicipal e de comunicação

 

Imposto sobre produtos industrializados (IPI): cobrado quando um produto nacional sai da fábrica ou quando um importado entra no país.

 

Imposto sobre operações financeiras (IOF) – cobrado em importações por utilização de moeda estrangeira, operações de seguros, empréstimos e operação relativas a títulos de investimentos.

 

Cambio: Boa parte dos dados também é afetada pela taxa de câmbio, que é o preço da moeda de uma nação em relação à moeda de outra. Assim, uma taxa de câmbio tem dois componentes, a moeda nacional e a moeda estrangeira, e também pode ser cotada direta ou indiretamente. Basicamente, a taxa de câmbio permite que você determine quanto de uma moeda você pode trocar por outra.

 

As moedas mudam de valor entre si com frequência. O regime cambial de cada país pode ser fixo, flutuante (caso do Brasil) ou atrelado. Os dois principais modelos para se definir o valor da moeda estrangeira são o câmbio fixo e o câmbio flutuante. Enquanto no primeiro caso o governo estabelece um preço específico e o Banco Central realiza movimentações para mantê-lo naquele patamar, no segundo o valor é determinado pelo mercado através de ações de compra e venda da moeda. Assim, há uma mudança na demanda por uma detenção dessa moeda específica. Com isso, os investimentos acabam também sendo afetados, dependendo do planejamento.

 

Empresas especializadas em logística integrada, com a Vendemmia, oferecem segurança jurídica completa e garantida. Para isso, estudam para entender e entregar a melhor solução para as empresas, sempre atentos com as normas e legislações aduaneiras. Dessa forma, a Vendemmia realiza o planejamento de toda parte de pagamento de impostos para otimizar e reduzir os custos da operação logística.

 

Além disso, a Vendemmia é hoje a única do setor que consegue operar por meio do 4PL com estruturas próprias, tendo armazém, transportadora e importação que ajudam nos ganhos dessa cadeia por meio de benefícios tributários, financeiros e aduaneiros. Desta maneira, possuem especialistas para realizar todo o planejamento logístico, levando em consideração também todos os dados e indicadores econômicos e tributários.


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